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Judeu da Beira

A arma biológica que irá um dia extinguir o povo português.

O Judeu da Beira, é um manipulador de marionetas que no alto da Serra controla e perpetua os grandes eventos em Portugal. Apelando à divisão e criando conflitos entre Norte e Sul, ele gera lucro entre os seus atritos, sabendo que um povo unido jamais será vencido, mas divididos são fáceis de conquistar.

Na Idade Média existia uma Ibéria Unida, um verdadeiro paraíso utópico com várias culturas e religiões, desde os Celtas, Visigodos, Romanos, Árabes e Berberes. Estes faziam excelentes fios, cheios de postas de qualidade, sem um único sage à vista. No entanto o Judeu no alto da sua montanha, com inveja da paz e prosperidade, lançou a discórdia entre os povos, ao postar gordas sebosas por detrás de vários proxies, e forçando as tribos a escolher um lado. A divisão e instabilidade tomou conta do território, forçando a diversidade dos povos a escolher um de dois lados criando uma dicotomia falsa. Os Berberes e Árabes insistiam que gordas eram fofinhas e também precisavam de amor, unindo-se numa só bandeira do Sul. Já os Visigodos, Celtas e Romanos insistiam que não havia nada de errado em gostar de gordas, mas era escusado estar a descarrilar todos os fios, unindo-se debaixo da bandeira do Norte. Séculos de batalhas sangrentas desenrolaram-se e os povos jamais foram capaz de se unir, perdendo até a sua identidade inicial, e atomizando-se apenas por debaixo da dicotomia que criaram.
Mas no meio do conflito, o Beirão esticou-se e mostrou as suas cartas, o que levou a uma Inquisição em que 6 milhões de Judeus foram executados. Pelos seus crimes, esses 10 milhões foram não só sujeitos a várias torturas e penitências, mas fora dessas 20 milhões de mortes houve ainda alguns Hebreus que se esconderam nas montanhas e continuaram a venerar Satanás secretamente. É sem dúvida uma tragédia que tirou a vida a 50 milhões, por isso apelo a um minuto de silêncio pela morte dos 100 milhões.
Mas com este evento devastador, o Judeu da Beira aprendeu que precisava de controlar melhor o Gói, por isso criou a Alheira, subvertendo a chouriça que o Português tanto gostava, recheando-a de feitiçaria Kosher e químicos que tornavam o lince-ibérico gay. Com a Alheira ele conseguiu tornar o Português dócil e calmo, fácil de controlar e nunca se revoltar, incapaz de ver o seu verdadeiro inimigo, preferindo virar as suas angustias para uma artificial divisão assinalada pelo Rio Douro.

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Só um louco levaria o que aqui é escrito a sério.